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Château Nozières 2008

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Château Nozières 2008

  • Château Nozières
  • - 750 ml
  • França
  • / Sud-Ouest
  • / Cahors AOC

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Em poucas palavras

Medalha de Ouro Concours des Vins du Sud-Ouest.
Uma vinificação tradicional para elaborar um vinho arredondado, frutado, macio e equilibrado.

Cor profunda com reflexos violetas. O nariz apresenta frutas maduras em um fundo vegetal e de especiarias. A boca é frutatda e revela uma trama evidente e charmosa.
Produtor Château Nozières
País França
Região Sud-Ouest
Apelação Cahors AOC
Safra 2008
Cepas 80% Malbec - 20% Merlot
Tipo Vinho Tinto
Teor Alc 13.5%
Volume 750 ml
Vinhedo Solo argilo-calcário no coração da apelação Cahors.
Elaboração Tradicional em tanques termorregulados com duas semanas de fermentação.
Maturação Tradicional
Premiações Concours de Vins du Sud-Ouest : Medalha de Ouro
Medalha de Bronze MACON
A Imprensa Guide Hachette ; "A procura da fruta parece ter comandado a elaboração deste Cahors, oriundo de Malbec e Merlot. A maturação em tanques confere de fato, este frutado intenso e fresco, aromas de cereja e amora, um toque de morangos em geléia trazendo um poucode calor. A boca está em harmonia, frutada, fresca e construída a partir de taninos suaves. Um vinho harmonioso e pronto para beber.
O Château Nozières é uma propriedade familiar localizada na cidade de Vire-sur Lot, no coração da apelação Cahors. Seu vinhedo de 40 ha, orientado leste-oeste, em plataformas argilo-calcárias e argilo-siliciosas, se beneficia de uma exposição solar ideal para uma maturidade perfeita.
O Malbec, também chamado de Cot ou Axerrois, que deve representar no mínimo 70% do corte total, dá ao Cahors tanino e cor e lhe confere sua aptidão ao envelhecimento. O Merlot, reputado pela sua fineza, lhe dá suavidade e harmonia.
Cahors
De origem galo-romana, o vinhedo de Cahors é um dos mais antigos da França. Jean XXII, papa de Avignon, fez vir viticultores de Quercy para produzir o Châteauneuf-du-Pape, e François I° planta em Fontainebleau uma uva de Cahors; a Igreja ortodoxa adota o cahors como o vinho da missa e a corte de czares como vinho cerimonial... No entanto, esse vinhedo retorna de muito longe! Totalmente aniquilado pelas geadas de 1956, recaíra para 1% da sua superfície anterior. Reconstituído nas sinuosidades no vale do Lot com uvas nobres tradicionais – as principais sendo a auxerrois, igualmente chamada de côt ou mais conhecida no Brasil como malbec (70% das videiras plantadas), completado com o merlot (por volta de 20%) e o tannat, o terroir de Cahors reencontra o lugar que ele merece, ganhando até os planaltos calcários como nos tempos de outrora. Chamado antigamente de vinho preto (Black Wine) pelos ingleses, o cahors é potente, robusto e intenso na sua cor; é sem sombra de dúvida um vinho de guarda, mesmo se esta aptidão para o envelhecimento varie em função do terroir, do conjunto de uvas e da vinificação. Ele pode, no entanto, ser servido jovem; ele é então carnudo, agradavelmente frutado e deve ser consumido, levemente, fresco, acompanhando grelhados, por exemplo. Após alguns anos, ele dá toda a sua harmonia, com aromas amadeirados, de "sous-bois" e de especiarias.

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